Joice Joy lins

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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A lua e eu...

Tudo parecia perfeito.

A noite estava linda.

No firmamento as estrelas reluziam.

A lua refletia sob o lago azul que ficava no meio do jardim.

O vento fresco trazia o doce e suave cheiro das flores,
que cercavam o campo ao redor de nossa casa.

Tudo era perfeito.

O céu em silencio me permitia esperá-lo.

Em meio a doce melodia entoada pelas águas do riacho que corriam em festa.

As horas pareciam não passar, mas eu sabia que você ia chegar.

E neste cenário de amor e paz, eu te esperava sem me cansar.

Na janela onde eu estava à brisa tocava meu rosto.

Eu fechava os olhos e sentia tua mão suave e quente me tocar.

Inesperadamente lá fora o ar começou a ficar pesado.

Mas o desejo de te amar, não me permitiu ver a tempestade.

Como num sonho o vento muda tudo escurece as estrelas desaparecem.

A lua deixou o lago sem brilho o doce ruídos do riacho agora

Correm com bravura, e águas escuras.

Tentei lutar contra á tempestade, e ir ao seu encontro.

Você sempre foi,

mas nunca deixou de voltar,

sempre esteve ao meu lado fazendo meus olhos brilhar.

Enfrentando a tempestade corri em tua procura.

Corri entre os campos agora frios e escuros:

Ironicamente o vento forte passa a tempestade cessa...

E você meu amor onde está?

Corro!

Ate o riacho entre os lírios de sua margem.

Esse riacho que tantas melodias me expirou a tocar, agora levas.

O meu amor para sempre nunca mais voltará.

Ajoelho-me em suas margens,

tento desesperadamente sua mão segura é inútil,

pois as doces águas acabam de te levar.

As mesmas águas que nos banhávamos,

e muitas vezes em suas margens nos amávamos agora leva o meu amor sem nem uma piedade.

Agora só restam á lua e eu.

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